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Primeiramente vamos começar falando das reticulas, sendo que os procedimentos de impressão impossibilitam a reprodução de um original em meio tom, fazendo-se necessário a reticulagem do original durante o processo de reprodução. Este processo explora uma ilusão de ótica pois,  se os pontos com tamanhos diferentes forem impressos com espaçamento regular numa trama suficientemente fina, os olhos os vêem como sombra cinza ao invés de um amontoado de pontos; possibilitando a reprodução de originais meio tom.
Examinadas de perto ou com o auxílio de uma lupa, as imagens revelam sua verdadeira face: Um mosaico de pequenos pontos de tinta dispostos em forma regular sobre a superfície branca.

 

Três características principais definem uma retícula convencional (as retículas estocásticas, ainda pouco usada pela indústria gráfica, funcionam de maneira diferente e sendo que elas são espalhadas com intuito de formar uma composição de imagem com melhor resultado em relação as reticulas “padrão”) o formato dos pontos, a lineatura ou frequência e a angulação.
Na imagem abaixo podemos observar a diferença entre os tipos de reticula, sendo que a esquerda reticulas “padrão” e a direita reticulas estocásticas:
Quanto ao formato, a grande maioria dos processos de geração de fotolitos emprega pontos redondos ou arredondados. As duas outras características são variadas e tem importância fundamental na técnica de reprodução de originais e impressos.
Fonte: Artes finais