Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), desde os anos 2000 o setor têxtil e confeccionista reduziu em 90% o uso de água na produção. Dos 100 litros que eram usados para produzir 1 quilo de tecido beneficiado, agora são necessários apenas 10 litros de água. Além disso, ela é reutilizada pelas fábricas em outras áreas, recebe tratamento de efluentes e é devolvida limpa ao meio ambiente. “Na indústria têxtil e de confecção, os custos com água e energia são muito relevantes. Logo, tivemos de nos adaptar a uma realidade mundial, que engloba alterações no processo produtivo, questões econômicas e ambientais. Quem não se adaptou acabou quebrando”, revela Rafael Cervone, presidente da Abit.

PRIMEIRO FIO BIODEGRADÁVEL DO MUNDO

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, lançou em parceria com o estilista Ronaldo Fraga, durante seu desfile na São Paulo Fashion Week, o primeiro fio biodegradável do mundo. O Amni Soul Eco, fio de poliamida 6.6, desintegra-se 50% em pouco mais de um ano dentro de aterros sanitários. As peças foram confeccionadas com malhas exclusivas da tecelagem Santaconstancia, com lançamento comercial previsto para maio. “Este lançamento é um compromisso da Rhodia com o planeta e a indústria têxtil. A fibra de poliamida, em média, demora décadas para se decompor. Com esse lançamento, o tempo diminui para menos de três anos. É uma evolução enorme para a indústria e, assim, cumprimos nosso papel com a natureza e com as futuras gerações”, afirma Francisco Ferraroli, presidente da área global de negócios Fibras, do grupo Solvay.

CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

Criada em 2007 pelas irmãs e sócias Silvia e Renata Drummond, a Ecow tem peças exclusivas com foco em sustentabilidade. A maior parte dos tecidos utilizados é de reaproveitamento e a produção é baseada na reutilização e na reciclagem. A grife estimula o trabalho artístico por meio do grupo de bordadeiras de Minas Gerais que fazem os acabamentos e os bordados da Ecow. A marca possui lojas em Belo Horizonte, no bairro Savassi, e acaba de inaugurar uma unidade em São Paulo, na Galeria Ouro Fino.

PROJETO RETALHO FASHION

No dia 24 de abril, Alfredo Bonduki, presidente do Sinditêxtil-SP, e Simão Pedro, secretário municipal de Serviços, assinaram o Protocolo de Intenções de Implantação do Projeto Retalho Fashion. Criado em julho de 2012, o projeto tem como objetivo a retirada de 2 toneladas de resíduos têxteis por catadores, principalmente nos bairros do Brás e Bom Retiro, e sua transformação em fios em um galpão que será cedido pela prefeitura de São Paulo. O projeto é inédito e tem o apoio do Senai-SP, da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro (CDL Bom Retiro) e da Associação de Lojistas do Brás (Alobrás).

DRZ2577 - Cadeia têxtil sustentável

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