{"id":2402,"date":"2013-07-22T18:02:21","date_gmt":"2013-07-22T18:02:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fremplast.com.br.br\/blog\/?p=2402"},"modified":"2019-05-22T21:17:45","modified_gmt":"2019-05-22T21:17:45","slug":"estudo-revela-dados-sobre-desempenho-da-industria-textil-e-de-confeccoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/estudo-revela-dados-sobre-desempenho-da-industria-textil-e-de-confeccoes\/","title":{"rendered":"Estudo revela dados sobre desempenho da ind\u00fastria t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O uso da capacidade instalada pela\u00a0ind\u00fastria t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es tem se mostrado em n\u00edveis superiores a 80%, aliado aumento no n\u00famero de empregos e evolu\u00e7\u00e3o de faturamento se op\u00f5em a informa\u00e7\u00f5es recentes de que o setor est\u00e1 vivendo sua maior crise.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, o cen\u00e1rio mostra plena utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada e aumento de empregos no setor de confec\u00e7\u00f5es \u00a0nos \u00faltimos anos. \u00a0Mas os baixos \u00edndices de investimento em inova\u00e7\u00e3o e treinamento para forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra preocupam o grande varejo e amea\u00e7am o atendimento \u00e0 demanda crescente, penalizando o consumidor final.<\/p>\n<p>\u00c9 o que mostra um novo estudo elaborado pela FGV Projetos que est\u00e1 sendo apresentado a representantes do governo pela ABVTEX (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Varejo T\u00eaxtil). \u201cBuscamos com este trabalho uma an\u00e1lise independente e especializada que pudesse mostrar a realidade do setor\u201d, comenta a ABVTEX.<\/p>\n<p>O trabalho intitulado An\u00e1lise da Estrutura Setorial da Cadeia T\u00eaxtil Brasileira e Perfil de Consumo de Artigos de Vestu\u00e1rio mostra que, em 2012, o valor das vendas industriais dos segmentos t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es foi de R$ 46,5 bilh\u00f5es. Esses dois elos da cadeia empregaram pouco mais de 1 milh\u00e3o pessoas. No varejo, o n\u00edvel de emprego em 2012 foi de 670 mil pessoas.<\/p>\n<p>Entre 2007 e 2012, o segmento de confec\u00e7\u00e3o apresentou crescimento de 8,9%, sendo que o volume de vendas do varejo de artigos t\u00eaxteis e de vestu\u00e1rio cresceu 3,9% ao ano em m\u00e9dia.<\/p>\n<p>O indicador de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada nos dois segmentos industriais (t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es) revela que o setor trabalha a plena capacidade.<\/p>\n<p>Ressalta-se tamb\u00e9m que o gasto estimado anual das fam\u00edlias brasileiras com esses produtos em 2012 foi da ordem de R$ 102 bilh\u00f5es. Esse valor representou 3,7% das despesas de consumo das fam\u00edlias, parcela superior aos gastos com itens como medicamentos e eletrodom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio da FGV exibe os resultados obtidos a partir de s\u00e9ries hist\u00f3ricas referentes aos tr\u00eas elos produtivos da cadeia: o varejo e as ind\u00fastrias que o suprem, t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>N\u00edvel de emprego na ind\u00fastria cresce<\/strong><\/p>\n<p>Mais um dado surpreendente do estudo da FGV Projetos est\u00e1 relacionado ao n\u00edvel de emprego da ind\u00fastria. A an\u00e1lise detalhada mostra que o n\u00edvel de emprego formal nos tr\u00eas elos analisados no estudo superou em 2012 a marca de 1,7 milh\u00e3o de postos de trabalho, o que representa 3,7% do total de empregos formais ativos no Brasil neste ano. Destacando apenas o varejo t\u00eaxtil, os 693 mil empregos ativos em 2012 representavam 10,6% do total de posi\u00e7\u00f5es formais ofertadas pelo com\u00e9rcio varejista como um todo no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Desde 2007, o crescimento m\u00e9dio do emprego no setor foi de 3,6% ao ano, o que resultou na cria\u00e7\u00e3o de 277 mil novos empregos no per\u00edodo. A din\u00e2mica do emprego em cada um dos segmentos foi bastante distinta.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 5.1.1<\/strong><\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o anual do emprego na cadeia t\u00eaxtil brasileira &#8211; 2007-2012<\/strong><\/p>\n<p><img src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0\/?ui=2&amp;ik=a82c83ede6&amp;view=att&amp;th=140070c7a7e53ef4&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"textil1\" \/><\/p>\n<p><em>* Estimativa FGV\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: RAIS e Caged \/ MTE. Elabora\u00e7\u00e3o: FGV<\/em><\/p>\n<p>O gr\u00e1fico acima apresenta a evolu\u00e7\u00e3o do n\u00famero formal de empregados nos tr\u00eas elos da cadeia t\u00eaxtil, bem como do emprego total. No setor t\u00eaxtil, nota-se a estabiliza\u00e7\u00e3o do emprego. J\u00e1 na ind\u00fastria de confec\u00e7\u00e3o, o crescimento foi de 3,7% ao ano em m\u00e9dia e foram criados 123 mil postos de trabalho formais no per\u00edodo. A grande expans\u00e3o do emprego formal, isto \u00e9, com carteira de trabalho assinada, se deu no varejo, com 5,3% de crescimento m\u00e9dio ao ano e a cria\u00e7\u00e3o de 157 mil postos de trabalho formais.<\/p>\n<p>O estudo nota que o segmento de confec\u00e7\u00e3o tem passado por um forte movimento de formaliza\u00e7\u00e3o de sua m\u00e3o de obra, fato que explica o bom desempenho do emprego com carteira assinada.<\/p>\n<p><strong>PIB Setorial \u00e9 positivo, mas investimentos n\u00e3o priorizam m\u00e3o de obra<\/strong><\/p>\n<p>O PIB da cadeia t\u00eaxtil em 2012 atingiu R$ 38,3 bilh\u00f5es e estava distribu\u00eddo da seguinte forma:<\/p>\n<p>\u2022 Fabrica\u00e7\u00e3o de produtos t\u00eaxteis: R$ 8,1 bilh\u00f5es;<\/p>\n<p>\u2022 Confec\u00e7\u00e3o de artigos de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios: R$ 9,5 bilh\u00f5es;<\/p>\n<p>\u2022 Varejo de produtos t\u00eaxteis e de confec\u00e7\u00e3o: R$ 20,7 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre 2007 e 2012, o PIB do setor t\u00eaxtil caiu 3,4% ao ano em m\u00e9dia, j\u00e1 descontada a influ\u00eancia dos pre\u00e7os. No entanto, no segmento de confec\u00e7\u00e3o e no varejo houve crescimento de 5,3% e 5% na mesma base de compara\u00e7\u00e3o, respectivamente.<\/p>\n<p>A despeito dos resultados, os investimentos do segmento t\u00eaxtil mostram-se bastante t\u00edmidos, somando R$ 1,1 bilh\u00e3o. Na ind\u00fastria de confec\u00e7\u00f5es, esse n\u00famero foi de R$ 615 milh\u00f5es ou 23,3% do total. J\u00e1 no varejo, o investimento foi de R$ 910 milh\u00f5es ou 34,4% do total.<\/p>\n<p>A queda no investimento no segmento t\u00eaxtil tem limitado o acesso \u00e0 inova\u00e7\u00e3o no segmento, uma vez que as empresas desse ramo apontam a aquisi\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos como a principal fonte de acesso a novas tecnologias. No ramo de confec\u00e7\u00e3o, apesar da import\u00e2ncia atribu\u00edda ao treinamento como forma de acesso a inova\u00e7\u00f5es, os gastos das empresas com esse tipo de atividade ainda \u00e9 limitado.<\/p>\n<p>Segundo a ABVTEX, a falta de investimentos da ind\u00fastria em inova\u00e7\u00e3o e treinamento de m\u00e3o de obra s\u00e3o muitos preocupantes e comprometem o futuro da cadeia. N\u00e3o adianta investimentos em maquin\u00e1rio sem uma m\u00e3o de obra preparada para utilizar as tecnologias. O componente humano \u00e9 ainda fator chave nesta cadeia\u201d, informa a ABVTEX.<\/p>\n<p><strong>Importa\u00e7\u00f5es suprem demanda<\/strong><\/p>\n<p>O com\u00e9rcio exterior brasileiro de artigos t\u00eaxteis e de confec\u00e7\u00e3o tem sido deficit\u00e1rio nos anos recentes. Esse desequil\u00edbrio chegou a US$ 2,9 bilh\u00f5es em 2012, sendo US$ 2,2 bilh\u00f5es referentes a artigos de vestu\u00e1rio e US$ 737 milh\u00f5es relativos artigos de tecelagem. A alta cambial registrada desde o final de 2011 n\u00e3o alterou a tend\u00eancia de piora desse saldo negativo.<\/p>\n<p>Especialmente no segmento t\u00eaxtil, o crescimento das importa\u00e7\u00f5es tem contribu\u00eddo para suprir o descompasso entre o crescimento da demanda das fam\u00edlias e a produ\u00e7\u00e3o industrial<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar que o crescimento das importa\u00e7\u00f5es de t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio est\u00e1 em linha com um movimento mais geral, observado no com\u00e9rcio exterior brasileiro como um todo. Assim, considerando o per\u00edodo 2006-2012, o valor total das importa\u00e7\u00f5es brasileiras passou de US$ 7,6 bilh\u00f5es para US$ 17,5 bilh\u00f5es, o equivalente a um crescimento m\u00e9dio anual de quase 15% ao ano. Ao par disso, as importa\u00e7\u00f5es de bens de consumo em geral passaram de US$ 997 milh\u00f5es para US$ 3,2 bilh\u00f5es, apresentando crescimento m\u00e9dio anual de 22%. Por sua vez, as importa\u00e7\u00f5es de t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio cresceram 22,6% e 35,3%, respectivamente, no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>\u201cApesar de expressivas, essas taxas de crescimento das importa\u00e7\u00f5es de t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio cumpriram papel importante no abastecimento do mercado interno brasileiro no per\u00edodo\u201d, destaca a FGV Projetos. Assim, segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio) do IBGE, entre 2006 e 2012, o volume de vendas do com\u00e9rcio varejista de artigos t\u00eaxteis, vestu\u00e1rio e cal\u00e7ados cresceu cerca de 5% ao ano em m\u00e9dia. Com isso, em 2012, o mercado nacional desses produtos era cerca de 1\/3 maior do que no in\u00edcio do per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>Gastos das fam\u00edlias<\/strong><\/p>\n<p>Do gasto total das fam\u00edlias brasileiras com artigos da cadeia t\u00eaxtil, 45,2% se referem \u00e0 compra de artigos para mulheres. Seguem-se os gastos com aquisi\u00e7\u00e3o de roupas masculinas (36,1% da categoria), infantis (17%) e os tecidos e artigos de armarinho (2%).<\/p>\n<p>Regionalmente, os gastos das fam\u00edlias com artigos da cadeia t\u00eaxtil concentram-se no Sudeste (46,3% do total). Seguem as regi\u00f5es Nordeste (20,6%), Sul (18,9%), Norte (7,2%) e Centro Oeste (6,9%).<\/p>\n<p>Considerando os estratos de renda, as fam\u00edlias com ganhos de at\u00e9 3 sal\u00e1rios m\u00ednimos respondem por 16,1% dos gastos com artigos t\u00eaxteis e de vestu\u00e1rio. As faixas entre 3 e 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos representam 44,2% desse total e aquelas com renda acima de 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos, 39,7%.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e0 um descompasso entre os n\u00fameros do varejo e da ind\u00fastria. O aumento de renda das fam\u00edlias e a consequente expans\u00e3o do mercado consumidor n\u00e3o t\u00eam sido acompanhados do crescimento da produ\u00e7\u00e3o ind\u00fastria, da\u00ed a necessidade de importar artigos de confec\u00e7\u00f5es para garantia de abastecimento\u201d, analisa a ABVTEX.<\/p>\n<p><strong>\u00c0 plena capacidade<\/strong><\/p>\n<p>Como regra, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada no segmento t\u00eaxtil se manteve sempre acima dos 80%.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 2.3.3<\/strong><\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada \u2013 m\u00e9dia m\u00f3vel dos 4 \u00faltimos trimestres (2000 &#8211; 2012)<\/strong><\/p>\n<p><img src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0\/?ui=2&amp;ik=a82c83ede6&amp;view=att&amp;th=140070c7a7e53ef4&amp;attid=0.2&amp;disp=emb&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"textil2\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte: FGV<\/em><\/p>\n<p>O segmento de vestu\u00e1rio e cal\u00e7ados apresentou uma tend\u00eancia crescente de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada, de forma que, no final do ano de 2012, estava muito pr\u00f3ximo do valor mais alto da s\u00e9rie hist\u00f3rica analisada. Esse aumento foi uma resposta do setor industrial ao crescimento do com\u00e9rcio. \u00a0\u201cA utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada superior a 80% por quase todo o per\u00edodo observado nos dois segmentos, indica que o setor apresenta pouca ociosidade e que, portanto, aumentos de produ\u00e7\u00e3o para responder a eleva\u00e7\u00f5es da demanda, no curto prazo, poderiam pressionar os pre\u00e7os\u201d, diz o estudo.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O estudo conclui que o setor brasileiro de produtos t\u00eaxteis e de confec\u00e7\u00f5es constitui uma das cadeias produtivas mais importantes da ind\u00fastria brasileira, tanto por conta do n\u00famero de empregados quanto pela relev\u00e2ncia de seus produtos na atividade do varejo e nos gastos das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Em paralelo, o crescimento real da renda, sobretudo nos estratos mais pobres, tem garantido forte expans\u00e3o do com\u00e9rcio. As taxas de crescimento do varejo t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es s\u00f3 t\u00eam ficado abaixo da m\u00e9dia do com\u00e9rcio em geral por conta do desempenho excepcional de segmentos como o de autom\u00f3veis, produtos da linha branca e materiais de constru\u00e7\u00e3o, fortemente estimulados por medidas de desonera\u00e7\u00e3o que se intensificaram ap\u00f3s o in\u00edcio da crise financeira internacional em 2008.<\/p>\n<p>No segmento de confec\u00e7\u00e3o, o estudo conclui que o grande desafio encontra-se na concilia\u00e7\u00e3o de ganhos de qualidade, em linha com as exig\u00eancias dos consumidores finais, com ganhos de produtividade, imposi\u00e7\u00e3o da concorr\u00eancia externa. Estes \u00faltimos devem resultar da intensifica\u00e7\u00e3o dos esfor\u00e7os de treinamento de m\u00e3o de obra e de uma colabora\u00e7\u00e3o intensa e cont\u00ednua com o pr\u00f3prio varejo, canal natural de contato com os consumidores finais. Nesse sentido, \u00e9 fundamental garantir a continuidade do processo de formaliza\u00e7\u00e3o das empresas de confec\u00e7\u00e3o, processo com o qual a atua\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel das empresas do varejo pode contribuir como fator indutor decisivo.<\/p>\n<p>Por fim, no ramo t\u00eaxtil, o estudo afirma que \u00e9 urgente recuperar os n\u00edveis de investimento que ca\u00edram desde o in\u00edcio da crise internacional. Dado que os diferenciais de sal\u00e1rio s\u00e3o francamente desfavor\u00e1veis \u00e0 ind\u00fastria local em um comparativo internacional, a moderniza\u00e7\u00e3o do parque produtivo surge como mecanismo preferencial de moderniza\u00e7\u00e3o as t\u00e9cnicas produtivas, abrindo espa\u00e7o para a recupera\u00e7\u00e3o dos ganhos de produtividade. S\u00f3 assim ser\u00e1 poss\u00edvel \u00e0s empresas desse segmento fazerem frente ao desafio competitivo das importa\u00e7\u00f5es e buscarem elas pr\u00f3prias explorar possibilidades de ganho no mercado internacional.<\/p>\n<p>\u201cAs dimens\u00f5es do mercado brasileiro de produtos t\u00eaxteis e de confec\u00e7\u00e3o permitem explorar as oportunidades de operar em escala. Mas essa vantagem de um mercado interno grande e em expans\u00e3o deve servir de fundamento para estrat\u00e9gias de internacionaliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o de fechamento. O acesso das fam\u00edlias brasileiras de maior renda a produtos estrangeiros, sobretudo por ocasi\u00e3o de suas viagens internacionais, deixa expl\u00edcito o diferencial competitivo entre o mercado brasileiro e muitos mercados internacionais de produtos de vestu\u00e1rio\u201d, afirmam os analistas.<\/p>\n<p>Acesso aos mercados internacionais via exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o, aten\u00e7\u00e3o crescente \u00e0s exig\u00eancias dos consumidores, treinamento e investimento com ganhos de produtividade. \u201cEssa \u00e9 a s\u00edntese da cadeia brasileira de produtos t\u00eaxteis e de confec\u00e7\u00e3o em um cen\u00e1rio ideal\u201d, destaca a FGV Projetos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; O uso da capacidade instalada pela\u00a0ind\u00fastria t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es tem se mostrado em n\u00edveis superiores a 80%, aliado aumento no n\u00famero de empregos e evolu\u00e7\u00e3o de faturamento se op\u00f5em a informa\u00e7\u00f5es recentes de que o setor est\u00e1 vivendo sua maior crise. Ao contr\u00e1rio, o cen\u00e1rio mostra plena utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada e aumento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":2261,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2520,2524],"tags":[174,758,776,856,1221,1394,1862],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2402"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2402"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2402\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22274,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2402\/revisions\/22274"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}