{"id":1997,"date":"2013-04-19T16:29:04","date_gmt":"2013-04-19T16:29:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fremplast.com.br.br\/blog\/?p=1997"},"modified":"2019-05-22T21:17:38","modified_gmt":"2019-05-22T21:17:38","slug":"exportacoes-do-mercado-da-moda-cresceram-31-nos-ultimos-dez-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fremplast.com.br\/new-site\/exportacoes-do-mercado-da-moda-cresceram-31-nos-ultimos-dez-anos\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es do mercado da moda cresceram 31% nos \u00faltimos dez anos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.fremplast.com.br\/blog\/2013\/04\/exportacoes-do-mercado-da-moda-cresceram-31-nos-ultimos-dez-anos\/mercado\/\" rel=\"attachment wp-att-1998\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1998\" title=\"mercado\" src=\"http:\/\/www.fremplast.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/mercado.jpg\" alt=\"\" width=\"337\" height=\"506\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os resultados apresentados pela ind\u00fastria da confec\u00e7\u00e3o fluminense nos \u00faltimos dez anos mostram crescimento de 31% nas exporta\u00e7\u00f5es de moda, passando de US$ 17 milh\u00f5es em 2003 para US$ 22 milh\u00f5es no ano passado. Os dados constam de pesquisa divulgada pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) durante a nova edi\u00e7\u00e3o da Primavera-Ver\u00e3o do Fashion Rio, feira de moda que ocorre na Marina da Gl\u00f3ria, zona sul da cidade, at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 19. O evento integra o calend\u00e1rio da moda nacional.<\/p>\n<p>A especialista em com\u00e9rcio exterior do Centro Internacional de Neg\u00f3cios (CIN) do Sistema Firjan, Claudia Teixeira dos Santos, salientou hoje (16), em entrevista \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, que \u201co Rio de Janeiro \u00e9 um caso distinto do resto do Brasil, porque a gente teve crescimento enquanto os outros estados, inclusive o Brasil, apresentaram queda. Eu acho que as nossas exporta\u00e7\u00f5es de moda refletem o diferencial do nosso produto, que \u00e9 agregar valor\u201d. Criatividade e\u00a0<em>design<\/em>, de acordo com Claudia, s\u00e3o duas caracter\u00edsticas que tornam a moda fluminense diferenciada.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo e Santa Catarina, principais exportadores de moda do pa\u00eds, experimentaram na \u00faltima d\u00e9cada, de acordo com a pesquisa, quedas de 42% e 60% nas exporta\u00e7\u00f5es de moda, respectivamente, totalizando em 2012 vendas externas no valor de US$ 52 milh\u00f5es e US$ 43 milh\u00f5es. Os n\u00fameros tamb\u00e9m mostram que as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras tiveram recuo de 48% no per\u00edodo de dez anos, caindo de US$ 296 bilh\u00f5es em 2003 para US$ 154 bilh\u00f5es no ano passado.<\/p>\n<p>Em termos de pre\u00e7o m\u00e9dio, o estado do Rio de Janeiro teve um ganho significativo de 127% entre 2003 e 2012. \u201cSaiu de US$ 29 o quilo exportado para US$ 65 nos \u00faltimos dez anos\u201d. O resultado superou a m\u00e9dia brasileira em 38%. Analisando-se a tabela de pre\u00e7o m\u00e9dio, observa-se, por\u00e9m, que as exporta\u00e7\u00f5es de moda fluminenses apresentaram retra\u00e7\u00e3o de 10% no ano passado em compara\u00e7\u00e3o a 2011, quando foram exportados US$ 24,1 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A queda, segundo Claudia, decorre do fato que houve um aumento das vendas em termos de peso, em 2012, que n\u00e3o se refletiu em valor. \u201cA gente teve um grande volume de exporta\u00e7\u00e3o para Angola, mas com um valor agregado baixo de US$ 5 o quilo\u201d. Isso fez com que o pre\u00e7o final ca\u00edsse em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. \u201cSe a gente retirasse as exporta\u00e7\u00f5es de Angola, o pre\u00e7o m\u00e9dio das exporta\u00e7\u00f5es [de moda] ficaria em torno de US$ 100 o quilo\u201d. Ainda assim, o estado do Rio sofreu o menor percentual de queda, em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s vendas externas nacionais de vestu\u00e1rio (-15%) e tamb\u00e9m de S\u00e3o Paulo (-14%) e de Santa Catarina (-18%).<\/p>\n<p>Em termos de destinos das exporta\u00e7\u00f5es de moda do Rio de Janeiro, a pesquisa identificou uma maior diversifica\u00e7\u00e3o. Os Estados Unidos, por exemplo, concentravam 63% dos embarques em 2003, em valor, cujo pre\u00e7o m\u00e9dio era US$ 24 o quilo. Claudia Teixeira dos Santos disse que hoje os Estados Unidos perderam um pouco de import\u00e2ncia na pauta.<\/p>\n<p>\u201cMas eles passam a comprar um produto muito mais valorizado. Hoje eles representam 35% [do total das exporta\u00e7\u00f5es], mas compram um produto a US$ 116 o quilo. Ent\u00e3o, os Estados Unidos diminu\u00edram um pouco em termos de representa\u00e7\u00e3o na pauta, mas compram hoje um produto mais valorizado, com diferencial\u201d. Outros pa\u00edses que ampliaram de forma significativa na \u00faltima d\u00e9cada as compras de produtos da moda fluminense foram a Fran\u00e7a e o Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>Formado em sua maioria por micro e pequenas empresas, o setor t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00f5es \u00e9 um dos que mais geram emprego no pa\u00eds. No ano passado, de acordo com dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria T\u00eaxtil e de Confec\u00e7\u00e3o (Abit) com base na varia\u00e7\u00e3o de pessoal ocupado calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), os empregos somaram 1,5 milh\u00e3o. A ind\u00fastria criativa da moda fluminense soma 2.700 profissionais, entre\u00a0<em>designer<\/em>\u00a0de moda e de cal\u00e7ados, modelista de roupas, bordador a m\u00e3o, modelista de cal\u00e7ados sob medida e ourives, informou a assessoria de imprensa da Firjan.<\/p>\n<p>fonte: EBC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os resultados apresentados pela ind\u00fastria da confec\u00e7\u00e3o fluminense nos \u00faltimos dez anos mostram crescimento de 31% nas exporta\u00e7\u00f5es de moda, passando de US$ 17 milh\u00f5es em 2003 para US$ 22 milh\u00f5es no ano passado. 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